
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Estudante de cinema: Cresça e apareça!

quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Uma quinta de surfe e cultura no CineMarx

Será exibido o filme Menino do Rio (Brasil - 1982, 104 min.), de Antônio Calmon, que situa um romance em meio ao universo dos surfistas. Após a exibição, segue-se um debate com Victor Andrade Melo, professor dos Programas de Pós-Graduação em História Comparada e em Educação Física, da UFRJ. Victor coordena o Sport - Laboratório de História do Esporte e do Lazer, e também o grupo de pesquisa Anima - Lazer, Animação Cultural e Estudos Culturais.
O CineMarx acontece em Niterói, na Sala Rosa do Instituto de Educação Física da UFF, no Campus Esportivo do Gragoatá (Av. Visconde do Rio Branco, s/n - Centro). A entrada é franca.
Noia oferece 3 dias de oficina

são limitadas e estão abertas para pessoas com mais de 16 anos. As inscrições devem ser feitas na Vila das Artes, Rua 24 de Maio, 1221, Fortaleza. O festival, que tem data de estreia programada para o dia 14 de dezembro, é composto pela Mostra Nacional de Cinema e Vídeo Universitário, Mostra Cearense de Fotografia Universitária e Mostra Cearense de Bandas Universitárias. Saiba mais visitando o site do evento.
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
Quando os tempos se embaralham
1) Você sempre gostou de cinema? Por que falar a partir dele?
Desde criança adoro cinema. Gosto de falar da ficção de modo geral, de como as pessoas conseguem imaginar o mundo, pôr em crítica o seu tempo, as suas crenças. Quando eu era adolescente, comecei a gostar de filosofia pela literatura.
2) Você gosta de ficção-científica? No seu entender, por que este gênero é tão instigante para o pensamento?
Faz-se um exercício de simulação: isolam-se certas variáveis, definem-se algumas constantes e imagina-se como o mundo será. Tem-se uma visão do tempo descontinuísta. Quando alguém imagina o futuro, está pensando sobre o presente.
3) O que caracteriza, na sua visão, a experiência de tempo da nossa sociedade - com a disseminação das novas tecnologias da informação -, em comparação com o tempo profundo dos processos geológicos e do mundo natural?
Um dos modos de se diferenciar a cultura é diferenciar o modo como se habita o tempo. Na cultura moderna, o passado limita o presente e o constitui em sua possibilidade de abertura. O presente se via constrangido pelo passado. Hoje, o futuro aparece como catástrofe a ser adiada, o que significa que as ações no presente são orientadas por antecipações de futuro, que pode limitar o presente ao futuro antecipado, que é na verdade sobre o que o filme trata. Hoje há uma aceleração das mudanças geradas pelas tecnologias da informação. Ao colocar o homem no tempo profundo, diante de uma realidade desmesurada, talvez se possa orientar melhor essas mudanças, já que desta forma nos perceberíamos como fazendo parte do cosmos em vez de tudo fazer para conseguir acompanhar as mudanças e dominar as tecnologias da informação.
4) Partindo deste contraste, de que modo a intuição do romance de Philip K. Dick - que inspirou o filme -, de uma possível antevisão do futuro, se coloca como interessante para pensarmos a história, a cultura e a atualidade?
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Acompanhe a Mostra Ver Ciência 2010

Para a programação geral da mostra, que acontecerá nas instituições anfitriãs em 5 cidades no país, os curadores receberam quase 150 programas de televisão de emissoras e realizadores do Brasil e do exterior, todos abordando questões relacionadas à ciência, tecnologia e inovação.
Além desta programação geral, outras 35 cidades exibem seleções especiais do acervo da mostra, em instituições participantes da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, que neste ano traz o tema do desenvolvimento sustentável, em homenagem ao Ano Internacional da Biodiversidade, instituído pela ONU. Tendo em vista ainda o tema, a Mostra Ver Ciência deste ano homenageia o naturalista britânico e apresentador de séries famosas da BBC, Sir David Attenborough.
Em algumas cidades, a programação ainda conta com palestras da diretora de televisão da BBC, Jana Bennett, e com o produtor chileno Pablo Rosenblatt. Com tanta coisa acontecendo nesta semana dedicada à ciência, monte já sua programação e aproveite!
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
O futuro é agora

Em 2054, o futuro é tão irreversível quanto o passado. No mundo de Minority Report, um clássico de Steven Spielberg, atração do Ciência em Foco de 6 de novembro, não há mais assassinatos: é possível prever crimes antes que aconteçam. Nesse universo, o desejo de segurança faz de potenciais criminosos transgressores de fato. Mas será que a previsão completa de um assassinato não mataria a liberdade humana? Essa é a pergunta que o filósofo e professor de Comunicação Paulo Vaz, convidado do mês do cineclube, nos faz. Com a palestra “Habitações do tempo: a passagem da cultura moderna à contemporânea”, Paulo pretende discutir, a partir da ficção científica, as nossas experiências de tempo e as suas implicações éticas e políticas.
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Estudantes de cinema, animem-se!

sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Cinema na escola

quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Cronenberg: corpo, tecnologia e cultura

O horror Rabid (Canadá, 1977), de David Cronenberg, invadiu a última sessão do Ciência em Foco, seguido da palestra da médica e psicanalista Lilian Krakowski Chazan, que é doutora em Saúde Coletiva pelo Instituto de Medicina Social da UERJ.
Lilian introduziu sua fala com um olhar sobre a trajetória do cineasta canadense, notável por possuir em sua obra produções que pensam questões caras à ciência e às imbricações entre corpo e tecnologia. Adentrando o tema do filme, Lilian mostrou como são instigantes as articulações entre arte, ciência e cultura, ao analisar as ironias do diretor com relação ao poder médico e ao conhecimento científico, especialmente no que diz respeito às técnicas que fogem ao controle de seus supostos inventores.
Discorrendo sobre o crescente uso de tecnologias na medicina, Lilian chamou atenção para o entrelaçamento destas técnicas com a cultura, muitas vezes incorporadas ao mercado e a novas práticas que acabam por gerar novas necessidades que, por sua vez, reconfiguram as verdades da ciência. Pensar a ciência como não dissociada da cultura, esta seria um das valiosas lições que podemos tirar do cenário apocalíptico do filme.
Nossa próxima sessão acontece no dia 6 de novembro com a exibição do filme Minority report (E.U.A., 2002), de Steven Spielberg, baseado no romance de Philip K. Dick. Logo após a exibição, o filósofo Paulo Vaz, professor da Escola de Comunicação da UFRJ (ECO-UFRJ), apresenta a palestra Habitações do tempo: a passagem da cultura moderna à contemporânea. Fiquem ligados no blog para maiores informações e curiosidades. Até lá!


terça-feira, 5 de outubro de 2010
Somos todos diferentes

segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Festa do cinema no Centro-Oeste
